Eleições 2026

Lula está matematicamente reeleito presidente; Pacto parabeniza e vai acompanhar o mandato

Com 99,86% das seções apuradas, Lula tem 51,76% dos votos válidos e não pode mais ser alcançado. O Pacto parabeniza o reeleito e vai acompanhar as pautas do serviço público.

Por Agência Communicare Publicado em Atualizado em 12 min de leitura
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Arte do Pacto: Lula é eleito presidente do Brasil; o serviço público segue atento e mobilizado
Arte: Pacto pelo Serviço Público
Nesta matéria

Lula está matematicamente reeleito

Lula (PT), foto oficial de urna
Lula (PT), foto oficial de urna
TSE · DivulgaCandContas

Em 25 de outubro de 2026, às 21h24 (Brasília), com 99,86% das seções apuradas, Lula (PT) está matematicamente reeleito presidente da República, segundo dados oficiais do TSE.

Lula (PT), número 13, tem 64.139.700 votos (51,76% dos votos válidos). Flávio Bolsonaro (PL), número 22, tem 59.770.812 votos (48,24%). A diferença é de 4.368.888 votos, ou 3,53 pontos percentuais.

A vantagem já supera os 241.025 eleitores das seções ainda não totalizadas: mesmo que todos eles votassem em Flávio Bolsonaro, o resultado não se inverteria. Esse é o cálculo do Pacto com os números oficiais; a classificação de eleito cabe ao TSE.

Foram registrados 1.428.718 votos em branco e 2.719.263 nulos, que não entram nos votos válidos. A abstenção está em 19,21% do eleitorado das seções apuradas.

A totalização oficial continua, e esta notícia será atualizada até o fim da contagem.

Votos válidos no 2º turno, em %
  • Lula (PT)51,76 %
  • Flávio Bolsonaro (PL)48,24 %

Fonte: TSE · Resultados, dados de 25/10/2026, 21h12

Totalização do 2º turno
Totalização do 2º turno
ItemVotosPercentual
Lula (PT) · 1364.078.50351,76% dos válidos
Flávio Bolsonaro (PL) · 2259.728.24648,24% dos válidos
Diferença4.350.2573,51 p.p.
Brancos1.427.6841,12% do comparecimento
Nulos2.716.8232,12% do comparecimento
Comparecimento127.951.25680,79% do eleitorado apurado
Abstenção30.418.25319,21% do eleitorado apurado
Seções apuradas498.112 de 499.24899,77%
Eleitores ainda não totalizados375.570menor que a diferença

Fonte: TSE · Resultados, dados de 25/10/2026, 21h12

Como os votos foram contados

A totalização nacional do TSE começou às 17h de Brasília, depois do fechamento das urnas em todo o país. Antes disso, o tribunal já havia divulgado boletins de urna de seções do exterior, que são oficiais, mas não antecipam o resultado nacional.

O Pacto acompanhou toda a contagem em sua página de apuração ao vivo, com dados lidos diretamente dos arquivos públicos do TSE, horário de cada atualização e o percentual de seções apuradas. O Pacto não faz projeções: a vitória matemática é calculada apenas com votos já totalizados e o eleitorado que falta, e a confirmação oficial é a classificação do TSE.

A votação foi prorrogada até as 19h em seções que ainda estavam abertas, por decisão noticiada do ministro Cristiano Zanin, do STF, e a totalização nacional ficou pausada entre o fim da tarde e o encerramento da votação. Depois das 19h, os dados voltaram a chegar em sequência.

Ritmo da apuração: liderança por horário
Ritmo da apuração: liderança por horário
Horário (Brasília)Seções apuradasFlávioLulaDiferença
17h300,40%41,51%58,49%Lula +97.240
19h000,40%41,51%58,49%Lula +97.240
20h0015,38%50,10%49,90%Flávio +36.775
21h0086,98%48,53%51,47%Lula +3.162.953
21h15 (vitória matemática)99,77%48,24%51,76%Lula +4.350.257

Fonte: Apuração ao vivo do Pacto, com base em TSE · Resultados

Sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília
Sede do TSE, responsável pela totalização oficial dos votos. Foto de arquivo (2025), registro de contexto. Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE · Domínio público

O que os números mostram

No primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro teve 56.104.503 votos (47,03% dos válidos) e Lula, 53.879.538 (45,16%), segundo o resultado definitivo do TSE. No segundo turno, Lula passou para 51,76% dos válidos, 6,60 pontos acima do primeiro turno, e superou a liderança que Flávio tinha na primeira votação.

Por região, no segundo turno: Norte: Flávio 50,04%; Nordeste: Lula 69,35%; Centro-Oeste: Flávio 60,01%; Sudeste: Flávio 52,78%; Sul: Flávio 62,58%; Exterior: Lula 53,42%. Os percentuais regionais somam os resultados oficiais dos estados.

A abstenção no primeiro turno foi de 21,08% do eleitorado. No segundo turno, está em 19,21% nas seções apuradas, abaixo da primeira votação. Os números não permitem dizer de onde vieram os votos de cada candidato: sem pesquisa específica, o Pacto não atribui transferência de votos dos candidatos eliminados.

Do 1º ao 2º turno: votos válidos
Do 1º ao 2º turno: votos válidos
Candidato1º turno (definitivo)2º turnoVariação
Flávio Bolsonaro (PL)56.104.503 · 47,03%59.728.246 · 48,24%1,21 p.p.
Lula (PT)53.879.538 · 45,16%64.078.503 · 51,76%+6,60 p.p.
Abstenção21,08% do eleitorado19,21%-1,87 p.p.

Fonte: TSE · Resultados: 1º turno definitivo de 4/10/2026; 2º turno de 25/10/2026, 21h12

Abstenção no 1º e no 2º turno, em % do eleitorado
  • 1º turno (4/10)21,08 %
  • 2º turno (99,77% apurado)19,21 %

Fonte: TSE · Resultados

Onde cada candidato venceu

No primeiro turno, Flávio Bolsonaro venceu em 14 estados e no Distrito Federal, com os maiores percentuais em Roraima (71,06%), Rondônia (67,45%) e Santa Catarina (66,65%). Lula venceu em 12 estados e entre os eleitores no exterior, com destaque para Piauí (70,99%), Bahia (66,17%) e Maranhão (63,99%). No Amapá, a diferença foi de apenas 0,04 ponto.

No segundo turno, Lula lidera em 13 das 27 unidades da Federação (AL, AM, AP, BA, CE, MA, MG, PA, PB, PE, PI, RN, SE), e Flávio em 14 (AC, DF, ES, GO, MS, MT, PR, RJ, RO, RR, RS, SC, SP, TO). Mudaram de lado em relação ao primeiro turno: MG. Nos cinco maiores colégios eleitorais, o saldo de Lula foi de −2.026.286 em São Paulo, +98.322 em Minas Gerais, −603.445 em Rio de Janeiro, +3.840.486 em Bahia, −1.049.581 em Rio Grande do Sul votos.

As tabelas abaixo trazem o resultado de cada estado e região nos dois turnos, sempre a partir dos arquivos oficiais do TSE.

Votos válidos por região
Votos válidos por região
RegiãoFlávio · 1ºLula · 1ºFlávio · 2ºLula · 2º
Norte49,15%44,65%50,04%49,96%
Nordeste30,85%63,77%30,65%69,35%
Centro-Oeste56,51%32,62%60,01%39,99%
Sudeste51,36%39,68%52,78%47,22%
Sul60,08%31,28%62,58%37,42%
Exterior43,49%47,57%46,58%53,42%

Fonte: TSE · Resultados: 1º turno definitivo, soma dos estados; 2º turno de 25/10/2026, 21h12

Vantagem por região no 2º turno, em pontos (positivo: Lula; negativo: Flávio)
  • Norte-0,07 p.p.
  • Nordeste38,7 p.p.
  • Centro-Oeste-20,02 p.p.
  • Sudeste-5,56 p.p.
  • Sul-25,16 p.p.
  • Exterior6,85 p.p.

Fonte: TSE · Resultados, dados de 25/10/2026, 21h12

Votos válidos por estado
Votos válidos por estado
UFFlávio · 1ºLula · 1ºFlávio · 2ºLula · 2º
AC64,56%28,73%66,56%33,44%
AL40,45%54,73%39,23%60,77%
AM45,00%48,23%46,11%53,89%
AP45,67%45,71%47,12%52,88%
BA28,53%66,17%28,70%71,30%
CE31,27%63,29%31,08%68,92%
DF51,31%38,11%54,25%45,75%
ES54,78%37,76%56,37%43,63%
GO53,60%31,06%59,65%40,35%
MA30,90%63,99%30,48%69,52%
MG48,24%43,33%49,61%50,39%
MS58,60%34,68%59,60%40,40%
MT65,15%29,18%66,07%33,93%
PA44,50%49,91%45,00%55,00%
PB33,07%61,31%32,54%67,46%
PE31,03%63,45%30,82%69,18%
PI24,09%70,99%24,13%75,87%
PR59,91%31,20%62,58%37,42%
RJ53,01%39,41%53,10%46,90%
RN34,77%59,75%34,28%65,72%
RO67,45%25,89%69,61%30,39%
RR71,06%22,86%72,46%27,54%
RS55,64%35,73%57,84%42,16%
SC66,65%25,04%69,42%30,58%
SE30,63%62,75%30,47%69,53%
SP51,93%38,20%53,86%46,14%
TO50,44%43,42%51,32%48,68%

Fonte: TSE · Resultados: 1º turno definitivo de 4/10/2026; 2º turno de 25/10/2026, 21h12

Os cinco maiores colégios eleitorais
Os cinco maiores colégios eleitorais
EstadoSaldo de Lula no 2º turnoLeitura
São Paulo−2.026.286Flávio à frente, 46,14% a 53,86% para Lula e Flávio; 99,84% das seções
Minas Gerais+98.322Lula à frente, 50,39% a 49,61% para Lula e Flávio; 99,65% das seções
Rio de Janeiro−603.445Flávio à frente, 46,90% a 53,10% para Lula e Flávio; 99,97% das seções
Bahia+3.840.486Lula à frente, 71,30% a 28,70% para Lula e Flávio; 99,26% das seções
Rio Grande do Sul−1.049.581Flávio à frente, 42,16% a 57,84% para Lula e Flávio; 99,99% das seções

Fonte: TSE · Resultados, dados de 25/10/2026, 21h12

Como esta eleição se compara às anteriores

Os segundos turnos presidenciais recentes foram disputados. Em 2022, Lula venceu Jair Bolsonaro por 50,90% a 49,10%, a menor diferença da história; em 2018, Jair Bolsonaro venceu Fernando Haddad por 55,13% a 44,87%; em 2014, Dilma Rousseff venceu Aécio Neves por 51,64% a 48,36%.

Em 2026, a diferença é de 3,53 pontos percentuais com 99,86% das seções apuradas: maior que em 2022 (1,80) e em 2014 (3,28), mas bem menor que em 2018 (10,26). O resultado mantém o padrão de disputas equilibradas no segundo turno presidencial.

Segundo turno para governador
Segundo turno para governador
Estado1º colocado2º colocadoSituação
Distrito FederalCelina Leão (PP) 57,16%Leandro Grass (PT) 42,84%Vitória matemática · 99,64% das seções
AmazonasOmar Aziz (PSD) 61,40%Professora Maria do Carmo (PL) 38,60%Vitória matemática · 99,77% das seções
Espírito SantoLorenzo Pazolini (REPUBLICANOS) 52,17%Ricardo Ferraço (MDB) 47,83%Vitória matemática · 99,99% das seções
AcreMailza Assis (PP) 66,20%Alan Rick (REPUBLICANOS) 33,80%Vitória matemática · 99,69% das seções
Rio de JaneiroDados ainda não disponíveis no TSE—Aguardando totalização
Rio Grande do NorteCadu de Lula (PT) 50,78%Allyson (UNIÃO) 49,22%Vitória matemática · 99,94% das seções
TocantinsVicentinho Júnior (PSDB) 64,52%Professora Dorinha (UNIÃO) 35,48%Vitória matemática · 99,06% das seções

Fonte: TSE · Resultados, dados de 25/10/2026, 21h15; vitória matemática calculada pelo Pacto

Urna eletrônica do modelo UE2020
Urna eletrônica modelo UE2020, usada nas eleições brasileiras. Foto de arquivo. Foto: TSE - Tribunal Superior Eleitoral · Domínio público

Os governos estaduais no segundo turno

Sete unidades da Federação também escolheram governador em segundo turno. Até 21h24 (Brasília), pelo cálculo do Pacto com os números oficiais do TSE, já têm vitória matemática: Celina Leão (PP) no Distrito Federal; Omar Aziz (PSD) no Amazonas; Lorenzo Pazolini (REPUBLICANOS) no Espírito Santo; Mailza Assis (PP) no Acre; Cadu de Lula (PT) no Rio Grande do Norte; Vicentinho Júnior (PSDB) no Tocantins.

Nesses casos, a vantagem do primeiro colocado supera o eleitorado das seções ainda não totalizadas. A classificação oficial de eleito cabe ao TSE.

No Rio de Janeiro, a disputa entre Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL) ainda não tinha dados de totalização disponíveis nos arquivos públicos do TSE no momento da consulta.

Governadores administram a maior parte das polícias, das escolas de ensino médio e da rede hospitalar estadual. O Pacto vai acompanhar também os novos governos estaduais nas pautas do serviço público.

As eleições de Lula à Presidência
  1. 01

    2002

    Eleito no 2º turno contra José Serra

  2. 02

    2006

    Reeleito no 2º turno contra Geraldo Alckmin

  3. 03

    2022

    Eleito no 2º turno contra Jair Bolsonaro

  4. 04

    2026

    Matematicamente reeleito contra Flávio Bolsonaro (51,76% dos válidos)

Fonte: TSE · Estatísticas eleitorais

O quarto mandato de Lula

Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente em 2002 e reeleito em 2006. Voltou a vencer em 2022 e, com o resultado de 2026, chega ao quarto mandato na Presidência.

Em todas as vitórias anteriores, a decisão veio no segundo turno: contra José Serra em 2002, Geraldo Alckmin em 2006 e Jair Bolsonaro em 2022. Em 2026, o adversário foi Flávio Bolsonaro (PL), senador pelo Rio de Janeiro.

Para o funcionalismo, a continuidade do governo significa que as negociações em curso, como mesas de negociação salarial, concursos autorizados e debates sobre a reforma administrativa no Congresso, seguem com a mesma gestão. O Pacto vai acompanhar o que muda e o que permanece, com registros datados.

Diferença entre os candidatos no 2º turno presidencial, em pontos percentuais
  • 2014 · Dilma x Aécio3,28 p.p.
  • 2018 · Bolsonaro x Haddad10,26 p.p.
  • 2022 · Lula x Bolsonaro1,8 p.p.
  • 2026 · Lula x Flávio (99,77%)3,51 p.p.

Fonte: TSE · Estatísticas eleitorais: resultados oficiais de 2014, 2018 e 2022; 2026 de 25/10/2026

Fachada de um bloco da Esplanada dos Ministérios, em Brasília
Esplanada dos Ministérios, sede da administração federal que o novo governo vai comandar. Foto de arquivo (2020). Foto: Roque de Sá/Agência Senado · CC BY 2.0

O Pacto parabeniza o eleito e reafirma a defesa do serviço público

O Pacto pelo Serviço Público parabeniza Lula pela reeleição e reconhece a decisão soberana dos eleitores. A eleição termina nas urnas, mas o trabalho do Pacto continua: a partir de agora, o compromisso é acompanhar o que o governo fará pelo serviço público e pelas pessoas que dependem dele.

Somos 13 milhões de servidores públicos no Brasil. Nossa carreira está em jogo. Vote com informação.

O Pacto é apartidário. Vamos acompanhar os mandatos, cobrar as pautas, mobilizar, informar e pressionar. Não apoiamos candidatos nem partidos: defendemos o serviço público, seja qual for o governo.

O que está em jogo para o serviço público

Servidores públicos estão em todas as partes da vida do país: nas escolas, nos hospitais e postos de saúde, na segurança, na fiscalização, na arrecadação, na previdência, na pesquisa, na justiça e no atendimento ao cidadão. Cada decisão do governo federal sobre orçamento, carreiras e organização do Estado chega a esse trabalho.

O próximo presidente vai lidar com temas que afetam diretamente o funcionalismo: as propostas de reforma administrativa, a realização de concursos e a reposição de quadros, a recomposição salarial, a estrutura das carreiras, a previdência dos servidores, o teletrabalho e a avaliação de desempenho.

Essas decisões não ficam só com o Executivo. Muitas dependem do Congresso Nacional, eleito no primeiro turno, e o Pacto também vai acompanhar como deputados e senadores votam nas pautas do serviço público.

Pautas do serviço público que o Pacto vai acompanhar
Pautas do serviço público que o Pacto vai acompanhar
PautaO que o Pacto vai acompanhar
Reforma administrativaPropostas e votações que mudem estabilidade, carreiras e vínculos
Concursos e quadrosAutorizações de concursos e reposição de aposentados
RemuneraçãoNegociações e recomposição salarial
PrevidênciaRegras de aposentadoria dos servidores
Teletrabalho e avaliaçãoRegras de trabalho remoto e avaliação de desempenho
Qualidade dos serviçosOrçamento de saúde, educação, segurança e atendimento

Fonte: Pacto pelo Serviço Público, agenda de acompanhamento do mandato

Homenagem à enfermagem diante do Congresso Nacional
Homenagem a profissionais de enfermagem diante do Congresso, em 2021. Imagem de arquivo, registro de contexto. Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado · CC BY 2.0

Quem são os servidores públicos brasileiros

Segundo o Atlas do Estado Brasileiro, do Ipea, o país tinha 11,8 milhões de vínculos públicos em 2023. A maior parte está nos municípios (6,4 milhões de vínculos de pessoal civil ativo), seguida pelos estados (3,3 milhões) e pelo Executivo federal (1,2 milhão).

As mulheres são cerca de 60% do funcionalismo, segundo a mesma fonte. São professoras, enfermeiras, agentes de saúde, assistentes sociais e técnicas que sustentam os serviços mais usados pela população.

Por isso, decisões do governo federal sobre orçamento, transferências a estados e municípios e regras de carreira chegam a todo o país, e não apenas a Brasília. Somos 13 milhões de servidores públicos no Brasil, e é em nome deles que o Pacto atua.

Vínculos de pessoal civil ativo por esfera de governo
  • Municipal6,4 milhões
  • Estadual3,3 milhões
  • Federal (Executivo)1,2 milhões

Fonte: Ipea, Atlas do Estado Brasileiro

Funcionalismo público por sexo
  • Mulheres60 %
  • Homens40 %

Fonte: Ipea, Atlas do Estado Brasileiro, análise de 28/10/2025, dados da Rais 2023

O que o Pacto fez durante a eleição

Durante a campanha, o Pacto reuniu e divulgou 58 candidaturas comprometidas com o serviço público, analisadas e selecionadas pela Agência Communicare, e comparou as propostas dos candidatos à Presidência tema a tema, com fontes oficiais e histórico de atuação.

O Pacto também ofereceu ferramentas para o eleitor decidir com informação: a colinha do eleitor, gerada 3.427 vezes até 5 de outubro, o questionário do segundo turno e a apuração ao vivo, com dados lidos diretamente dos arquivos públicos do TSE e boletins no X e no canal do WhatsApp.

Todo o material segue disponível, com datas e fontes, para que qualquer pessoa confira o que foi prometido e cobre o que for feito.

O Pacto na eleição de 2026
O Pacto na eleição de 2026
AçãoO que foi feito
Candidaturas58 candidaturas comprometidas com o serviço público aprovadas pela Communicare
Colinha do eleitor3.427 colinhas geradas até 5 de outubro
ComparativoPropostas dos candidatos à Presidência comparadas tema a tema, com fontes
QuestionárioFerramenta para o eleitor comparar suas posições com as dos candidatos
Apuração ao vivoResultados lidos dos arquivos oficiais do TSE, com horário e seções apuradas
BoletinsAtualizações no X e no canal do Pacto no WhatsApp durante a apuração

Fonte: Pacto pelo Serviço Público, registros internos datados (candidaturas e colinha até 5/10/2026)

O que vem agora

O novo presidente toma posse em 5 de janeiro de 2027, data fixada pela Emenda Constitucional 111, de 2021. Até lá, o governo eleito monta a equipe de transição e apresenta suas primeiras prioridades.

O Pacto vai acompanhar o mandato de Lula desde o primeiro dia: as promessas para carreiras, concursos, salários, aposentadoria e qualidade dos serviços públicos serão comparadas com as decisões do novo governo, com registros públicos e datados.

Os números completos estão na apuração ao vivo do Pacto (https://pactopublico.org/resultado-segundo-turno), com fonte no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para receber os boletins e o acompanhamento do mandato, entre no canal do Pacto no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029VbDowLt5K3zSZjv6GK0j.

Da eleição à posse
  1. 01

    25 de outubro de 2026

    Segundo turno e totalização pelo TSE

  2. 02

    Novembro de 2026

    Transição e anúncio da equipe do eleito

  3. 03

    Dezembro de 2026

    Diplomação pela Justiça Eleitoral, em data a definir pelo TSE

  4. 04

    5 de janeiro de 2027

    Posse do presidente (EC 111/2021)

Fonte: Constituição Federal, art. 82 (EC 111/2021)

Perguntas frequentes

01

Quem venceu o segundo turno para presidente em 2026?

Lula, com 51,76% dos votos válidos e 99,86% das seções apuradas, segundo o TSE, em 25 de outubro de 2026, às 21h24 (Brasília). A vitória é matemática; a classificação oficial de eleito cabe ao TSE.

02

O resultado já é definitivo?

A vitória é matemática: os votos que faltam apurar não podem mudar o resultado. A totalização oficial do TSE continua.

03

Quando o novo presidente toma posse?

Em 5 de janeiro de 2027, conforme a Emenda Constitucional 111, de 2021.

04

O Pacto apoia algum candidato?

Não. O Pacto é apartidário. Vamos acompanhar os mandatos, cobrar as pautas, mobilizar, informar e pressionar.

05

O que o Pacto vai acompanhar no novo governo?

Reforma administrativa, concursos, recomposição salarial, carreiras, previdência dos servidores e qualidade dos serviços públicos.

06

Quantos servidores públicos existem no Brasil?

O Atlas do Estado Brasileiro, do Ipea, registrou 11,8 milhões de vínculos públicos em 2023, a maioria em municípios. O Pacto atua em nome dos 13 milhões de servidores públicos do país.

07

Onde conferir o resultado oficial?

No site de resultados do TSE e na apuração ao vivo do Pacto, que lê os arquivos oficiais do tribunal e mostra o horário de cada atualização.

08

Como foi o primeiro turno?

Flávio Bolsonaro teve 56.104.503 votos (47,03% dos válidos) e Lula, 53.879.538 (45,16%), segundo o resultado definitivo do TSE de 4 de outubro de 2026.

09

Quais governadores já têm vitória matemática no segundo turno?

Até 21h24 de 25 de outubro de 2026 (Brasília): Celina Leão (PP) no Distrito Federal; Omar Aziz (PSD) no Amazonas; Lorenzo Pazolini (REPUBLICANOS) no Espírito Santo; Mailza Assis (PP) no Acre; Cadu de Lula (PT) no Rio Grande do Norte; Vicentinho Júnior (PSDB) no Tocantins. A confirmação oficial cabe ao TSE.

10

Quantas vezes Lula foi eleito presidente?

Quatro: em 2002, 2006, 2022 e, matematicamente, em 2026.

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Com sede em Belo Horizonte (MG) e atuação nacional, a Communicare reúne especialistas em comunicação política e sindical, marketing eleitoral e gestão pública. A agência é responsável pela idealização e pelo desenvolvimento do Pacto pelo Serviço Público, além da análise e da metodologia editorial apresentadas nesta matéria.

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