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Urna eletrônica: entenda o funcionamento e a segurança do voto

Entenda como a urna registra votos, preserva o sigilo e permite fiscalização por boletins, testes e arquivos públicos, além dos cuidados para o segundo turno de 2026.

Por Agência CommunicarePublicado em 6 min de leitura

Atualização editorial: (Brasília).

Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 03. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual.
Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 03. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual. Crédito: Alejandro Zambrana/Secom/TSE · Public domain · Wikimedia Commons

Reportagem e análise · Agência Communicare

Nesta matéria

Como a urna registra e permite conferir a votação

A urna eletrônica registra os votos e apura o resultado de cada seção eleitoral sem conexão à internet durante a votação. Depois do encerramento dos trabalhos, emite o Boletim de Urna (BU), com os totais registrados, antes de os arquivos de resultado serem encaminhados para totalização. São etapas distintas: votar, apurar na seção, transmitir os resultados e reunir os dados da eleição.

A segurança desse processo depende de mecanismos técnicos e procedimentos de fiscalização, não de uma característica isolada do equipamento. Assinaturas digitais, testes, inspeção dos programas e comparação de documentos oferecem diferentes possibilidades de controle. Entender o alcance de cada uma ajuda a distinguir evidências verificáveis de promessas de invulnerabilidade. Esta revisão, de autoria da Agência Communicare, apresenta o funcionamento do sistema e as orientações pertinentes ao segundo turno de 2026.

Urna eletrônica do modelo UE2020, usada nas eleições brasileiras.
Urna eletrônica do modelo UE2020, apresentada pelo TSE em dezembro de 2021. Foto de arquivo do equipamento, sem relação com fatos específicos do pleito de 2026. Foto: TSE - Tribunal Superior Eleitoral · Public domain · Wikimedia Commons

Equipamento sem internet, operação com várias etapas

A votação eletrônica começou a ser implantada no Brasil em 1996. O equipamento foi desenvolvido especificamente para uso eleitoral, com terminal do mesário e terminal do eleitor. A informatização modificou a apuração, antes dependente da leitura e contagem manual de cédulas, mas não dispensou organização administrativa, fiscalização ou procedimentos para enfrentar falhas.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a urna não utiliza conexões de internet, Wi-Fi ou Bluetooth para receber votos. Esse desenho reduz a exposição a ataques remotos durante a votação. Não significa, porém, que toda a infraestrutura eleitoral opere fora de redes: a transmissão posterior dos arquivos ocorre em equipamentos e canais autorizados, separados da urna. Preparação, transporte, guarda e operação também envolvem pessoas e controles institucionais.

A análise sobre integridade, transparência e dirigentes detalha como esses temas aparecem nos compromissos do segundo turno.

Da identificação à confirmação do voto

Na seção, o eleitor apresenta documento e passa pela identificação antes de ser habilitado a votar. O e-Título pode substituir o documento de identificação quando contém fotografia; sem foto, é necessário apresentar documento oficial com foto. A ausência de biometria cadastrada, por si só, não impede o voto de quem está com a inscrição regular.

Na cabine, o eleitor digita o número e confere os dados apresentados na tela. Se houver erro, deve pressionar CORRIGE antes de confirmar. A tecla CONFIRMA conclui a escolha daquele cargo; depois disso, não é possível refazer o voto já confirmado. A mensagem FIM indica que a sequência foi concluída. No segundo turno, não há voto de legenda: a escolha é entre os candidatos habilitados à disputa. Uma colinha em papel ajuda a organizar os números sem recorrer ao celular.

O caminho do eleitor na seção
  1. 01

    Identificação

    Apresente documento admitido e aguarde a habilitação pela mesa.

  2. 02

    Preparação

    Deixe celular e equipamentos semelhantes no local indicado; leve a colinha em papel.

  3. 03

    Conferência

    Digite o número e confira os dados. Use CORRIGE se houver erro.

  4. 04

    Confirmação

    Pressione CONFIRMA para concluir o voto daquele cargo.

  5. 05

    Conclusão

    Aguarde a mensagem FIM após completar a sequência de votação.

Fonte oficial consultada em 14/10/2026 · Síntese normativa, não pesquisa estatística. Consulte o texto e as regras do órgão.

Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 11. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual.
Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 11. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual. Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE · Public domain · Wikimedia Commons / O Tribunal da Democracia

Sigilo: identificação não é rastreamento da escolha

O voto secreto é uma garantia da Constituição. A identificação na mesa serve para verificar quem está autorizado a votar, não para registrar sua preferência política. A biometria integra essa identificação e não revela em quem o eleitor votou. É importante separar o controle de comparecimento do registro das escolhas feitas na cabine.

O Registro Digital do Voto (RDV) guarda os votos sem associação com a identidade dos eleitores e sem reproduzir sua ordem de comparecimento. Esses arquivos são disponibilizados publicamente de forma anonimizada para fiscalização. A proteção também exige cuidados no ambiente físico: celulares, câmeras e equipamentos semelhantes não podem ser levados à cabine e devem permanecer no local indicado pela mesa. A restrição procura impedir registros que facilitem compra de votos ou coação.

Zerésima, boletim e registro digital têm funções diferentes

Antes de começar a votação, a mesa emite a zerésima, documento que apresenta a ausência de votos registrados para os candidatos naquela urna. Ao final dos trabalhos, o BU informa os totais por candidato, os votos brancos e nulos e outros dados da seção. Uma via fica disponível no local para consulta pública.

O encerramento não ocorre automaticamente às 17h: quem chega dentro do horário e permanece na fila tem direito a votar. Só depois de concluído o atendimento e realizados os procedimentos de encerramento é emitido o boletim. O cidadão pode fotografar o BU afixado e compará-lo com a versão divulgada pela Justiça Eleitoral. Essa comparação verifica a correspondência entre o resultado da seção e o publicado, sem identificar escolhas individuais.

O que cada registro permite verificar
O que cada registro permite verificar
RegistroFunçãoLimite
ZerésimaApresenta a ausência de votos registrados antes da abertura.Não substitui os controles posteriores.
Boletim de UrnaApresenta os totais apurados na seção.Não identifica a escolha de cada eleitor.
Registro Digital do VotoPermite verificações sobre os votos registrados de forma anonimizada.Não associa voto a identidade ou ordem de comparecimento.
Log da urnaRegistra eventos de operação do equipamento.Exige interpretação técnica e contextual.

Fonte oficial consultada em 14/10/2026 · Síntese normativa, não pesquisa estatística. Consulte o texto e as regras do órgão.

Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 12. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual.
Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 12. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual. Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE · Public domain · Wikimedia Commons / O Tribunal da Democracia

Transmissão e totalização fora da urna

Encerrada a votação, os arquivos de resultado são extraídos para encaminhamento aos sistemas da Justiça Eleitoral. A transmissão acontece fora da urna, por infraestrutura autorizada. A totalização reúne os resultados das seções para calcular o resultado da disputa; não corresponde a uma nova votação nem exige conectar o terminal do eleitor à internet.

Assinaturas digitais e verificações de integridade permitem conferir a origem dos arquivos e detectar alterações. Esses controles devem ser entendidos junto com o BU, os registros operacionais e os procedimentos de recebimento. Não é adequado descrever toda a rede como completamente isolada da internet, nem atribuir indistintamente os certificados à ICP-Brasil. Também seria incorreto dizer que o processo prescinde de intervenção humana: equipes operam a logística e tratam ocorrências conforme as regras eleitorais.

Do encerramento da seção à divulgação
  1. 01

    Atendimento da fila

    Conclui-se a votação de quem chegou dentro do horário.

  2. 02

    Encerramento

    A mesa realiza os procedimentos e a urna emite o BU.

  3. 03

    Encaminhamento

    Os arquivos de resultado são levados ao ponto autorizado de transmissão.

  4. 04

    Recepção e totalização

    Os sistemas verificam os arquivos e reúnem os resultados das seções.

  5. 05

    Conferência pública

    O boletim divulgado pode ser comparado com o impresso na seção.

Fonte oficial consultada em 14/10/2026 · Síntese normativa, não pesquisa estatística. Consulte o texto e as regras do órgão.

Componentes internos de uma urna eletrônica expostos para demonstração.
Interior de uma urna eletrônica, fotografado em demonstração do TSE em 1º de dezembro de 2023. Imagem ilustrativa dos componentes do equipamento. Foto: TSE - Tribunal Superior Eleitoral · Public domain · Wikimedia Commons

Testes e fiscalização antes, durante e depois

A Justiça Eleitoral oferece mecanismos de inspeção dos sistemas, testes públicos de segurança e cerimônias de assinatura digital e lacração. Nos testes, participantes habilitados procuram vulnerabilidades dentro do escopo previsto. Os achados subsidiam correções e novas verificações. Esse procedimento não constitui uma certificação de impossibilidade de falhas, mas uma oportunidade organizada de identificar problemas e avaliar respostas.

No dia da eleição, o teste de integridade confronta votos de uma votação de teste com o resultado produzido por equipamentos selecionados. Partidos, Ministério Público, OAB e outras entidades habilitadas podem exercer fiscalização conforme as normas aplicáveis. Depois, boletins, RDV e arquivos de log permitem análises complementares. Os logs registram eventos de operação; sua interpretação requer contexto técnico e não comprova, sozinha, a ausência ou existência de irregularidades.

O guia completo sobre como votar no segundo turno de 2026 reúne documentos aceitos e orientações práticas para o dia da votação.

Quem pode acompanhar o processo e em que momento
Quem pode acompanhar o processo e em que momento
AtorAtuação prevista
Partidos e coligaçõesCredenciam fiscais para acompanhar testes públicos, votação, apuração e totalização.
Ministério Público EleitoralAcompanha testes de segurança e procedimentos, podendo apurar denúncias de irregularidades.
Entidades técnicas habilitadasParticipam dos testes públicos de segurança dentro do escopo definido pelo TSE.
EleitorAcompanha a votação na seção e pode conferir o Boletim de Urna afixado no local.

Fonte: TSE, Urna Eletrônica - informações institucionais · Síntese normativa, não pesquisa estatística. Consulte o texto e as regras do órgão.

Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 13. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual.
Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 13. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual. Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE · Public domain · Wikimedia Commons / O Tribunal da Democracia

O que observar no segundo turno de 2026

O primeiro turno ocorreu em 4 de outubro. O segundo está marcado para 25 de outubro de 2026, das 8h às 17h no horário de Brasília em território nacional — no Acre, das 6h às 15h locais. No exterior, a votação ocorre das 8h às 17h no horário local. Conforme o levantamento consultado baseado no TSE em 8 de outubro de 2026, há disputa presidencial e segundo turno para governador em Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins.

Esse é um recorte datado, não uma atualização em tempo real. Consulte local e situação eleitoral no autoatendimento do TSE. O cadastro fechou em 6 de maio: não é possível transferir a inscrição ou regularizar um título cancelado agora para votar em 25 de outubro. Pagar multa não reativa automaticamente a inscrição. Orientações editoriais estão reunidas em segundo turno.

Evento do TSE sobre os 30 anos da urna eletrônica no Brasil.
Registro de evento do TSE sobre os 30 anos da urna eletrônica brasileira. Foto de arquivo institucional, sem relação direta com a votação de 2026. Foto: TSE - Tribunal Superior Eleitoral · Public domain · Wikimedia Commons

Análise Communicare: fiscalização é uma cadeia de controles, não uma prova única

Zerésima, Boletim de Urna, arquivos de votação e inspeção técnica documentam etapas diferentes. A zerésima informa o estado inicial; o boletim registra o resultado da seção; a totalização agrega registros. Comparar um boletim ao resultado divulgado não responde à mesma pergunta que examinar software ou acompanhar um teste de integridade.

A Agência Communicare defende uma cobertura que nomeie o controle e a verificação possível em cada etapa. Isso permite apurar ocorrências concretas sem confundir suspeita, evidência e conclusão. A análise territorial usa registros oficiais agregados e datados, não dados capazes de revelar escolhas individuais. A cobertura eleitoral deve preservar essa distinção: capacidade técnica e transparência se demonstram com documentação e fiscalização.

Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 14. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual.
Tribunal Superior Eleitoral in 04-09-2025 14. Foto de arquivo (2025). Registro de contexto, não do acontecimento atual. Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE · Public domain · Wikimedia Commons / O Tribunal da Democracia

Fontes e referências

A Constituição Federal fundamenta o voto secreto. A Lei das Eleições disciplina o sistema eletrônico e a fiscalização. O Código Eleitoral reúne regras sobre a organização da votação e o atendimento de eleitores presentes no horário de encerramento.

As explicações técnicas têm como referência o portal do TSE sobre urna eletrônica. Para calendário e orientações do pleito, consulte Eleições 2026. A situação da inscrição e o local de votação podem ser consultados no Autoatendimento Eleitoral; as condições de uso do aplicativo estão na página do e-Título. Esses canais cumprem funções diferentes: informação geral não substitui a consulta individual ao cadastro.

Perguntas frequentes

01

A urna fica conectada à internet enquanto recebe votos?

Não. A urna recebe e apura votos sem conexão à internet e não utiliza Wi-Fi ou Bluetooth. A transmissão posterior dos resultados ocorre fora dela, em infraestrutura autorizada. Essa separação reduz a exposição a ataques remotos durante a votação.

02

O que devo conferir antes de apertar CONFIRMA?

Confira o cargo, o número e os dados do candidato apresentados na tela. Se não corresponderem à sua escolha, use CORRIGE e digite novamente. Só confirme depois dessa verificação, pois o voto confirmado para aquele cargo não pode ser alterado.

03

Posso mudar um voto depois de confirmar?

Não é possível voltar ao cargo cujo voto já foi confirmado. A correção deve ocorrer enquanto a escolha ainda está na tela, antes de CONFIRMA. Ao terminar todos os cargos disponíveis, a urna apresenta a mensagem FIM.

04

A biometria permite descobrir em quem votei?

Não. A biometria é utilizada para identificar o eleitor e habilitar sua participação. O registro das escolhas não associa os votos à identidade de quem compareceu. Identificação eleitoral e conteúdo do voto cumprem funções distintas no sistema.

05

Quem não cadastrou biometria pode votar?

A falta de biometria cadastrada não impede, por si só, a votação. É necessário que a inscrição esteja regular e que o eleitor apresente documento admitido para identificação. Consulte previamente sua situação no autoatendimento da Justiça Eleitoral.

06

O e-Título substitui o documento com foto?

Sim, quando o aplicativo apresenta a fotografia do eleitor. Se o e-Título não tiver foto, será necessário levar documento oficial com fotografia para identificação na seção. O aplicativo deve ser apresentado à mesa, não utilizado na cabine.

07

Posso usar o celular como colinha na cabine?

Não. O celular não pode ser levado à cabine, mesmo que seja usado apenas para consultar números. Prepare uma colinha em papel e deixe o aparelho no local indicado pela mesa antes de votar.

08

O que a zerésima informa?

A zerésima é emitida antes do início da votação e apresenta a ausência de votos registrados para os candidatos naquela urna. Ela integra os procedimentos de abertura da seção, mas não substitui os controles realizados durante e depois da votação.

09

O Boletim de Urna mostra o voto de cada pessoa?

Não. O BU apresenta resultados agregados da seção, como totais por candidato, votos brancos e nulos. Ele não relaciona nomes de eleitores às escolhas feitas e não funciona como um comprovante individual do conteúdo do voto.

10

Como posso comparar o boletim impresso com o resultado divulgado?

Fotografe ou anote os dados do BU afixado na seção e compare com o boletim correspondente disponibilizado pela Justiça Eleitoral. Verifique se eleição, turno, zona e seção são os mesmos antes de avaliar qualquer diferença.

11

A urna encerra a votação automaticamente às 17h?

Não. O horário limita a chegada dos eleitores, mas quem estiver na fila dentro do prazo deve ser atendido. O encerramento e a emissão do boletim acontecem depois que esses eleitores votam e a mesa conclui os procedimentos.

12

Como os resultados chegam à totalização?

Os arquivos produzidos após o encerramento são encaminhados para transmissão por equipamentos e canais autorizados, fora da urna. Os sistemas verificam sua autenticidade e integridade. A totalização reúne os resultados das seções para calcular o resultado da eleição.

13

O que é o Registro Digital do Voto?

O RDV é o arquivo que registra digitalmente os votos sem associá-los à identidade dos eleitores ou à ordem de comparecimento. Sua disponibilização pública anonimizada permite verificações técnicas, preservando a separação entre participação eleitoral e escolha individual.

14

Para que servem os arquivos de log?

Os logs registram eventos de funcionamento da urna e ajudam a reconstruir sua operação. A análise pode esclarecer ocorrências, mas exige conhecimento técnico e comparação com outros registros. Um evento isolado não demonstra automaticamente fraude ou ausência de problemas.

15

O teste público de segurança comprova que nunca haverá falhas?

Não. O teste busca identificar vulnerabilidades dentro de condições e escopo definidos. Seus resultados orientam correções e verificações posteriores. Ele integra um conjunto de controles, sem constituir promessa de invulnerabilidade do equipamento ou de todo o processo eleitoral.

16

Qual é a diferença entre teste de integridade e votação comum?

No teste de integridade, equipamentos selecionados recebem votos de teste que podem ser confrontados com o resultado apurado. Na votação comum, as escolhas são secretas. O teste não busca descobrir o voto real de nenhum eleitor.

17

Qualquer cidadão pode inspecionar o código-fonte diretamente?

A inspeção institucional segue regras de acesso e credenciamento de entidades fiscalizadoras e seus representantes técnicos. Ela difere da consulta pública aos boletins e arquivos divulgados. O cidadão pode acompanhar informações oficiais e conferir os resultados publicados de sua seção.

18

Qual é o horário do segundo turno de 2026?

Em 25 de outubro, a votação no Brasil ocorre das 8h às 17h pelo horário de Brasília. No Acre, isso corresponde a 6h às 15h locais. Nas seções do exterior, vale o intervalo das 8h às 17h no horário local.

19

Posso regularizar um título cancelado agora para votar no segundo turno?

Não para votar em 25 de outubro de 2026. O cadastro eleitoral fechou em 6 de maio. As consultas continuam disponíveis, mas pagar uma multa não reativa automaticamente a inscrição cancelada nem substitui os procedimentos de regularização.

20

Votos brancos e nulos são repassados a algum candidato?

Não. Brancos e nulos não são transferidos e não entram no cálculo dos votos válidos. No segundo turno, vence quem obtém mais da metade dos votos válidos. Esses votos inválidos não anulam a eleição por atingirem determinada proporção.

#Urna Eletrônica#Segurança Eleitoral#Justiça Eleitoral#Auditabilidade#Eleições

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Com sede em Belo Horizonte (MG) e atuação nacional, a Communicare reúne especialistas em comunicação política e sindical, marketing eleitoral e gestão pública. A agência é responsável pela idealização e pelo desenvolvimento do Pacto pelo Serviço Público, além da análise e da metodologia editorial apresentadas nesta matéria.

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